Consequências do Vaticano II
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A Seita Progressista e o Vaticano II – Parte II
A falsa igualdade e a fraternidade destruíram a autoridade
No meu último artigo, vimos como uma liberdade revolucionária invadiu a Igreja com os novos costumes promovidos pelos membros da Ação Católica cerca de 20 anos antes do Concílio Vaticano II. Agora veremos como os princípios revolucionários da igualdade e da fraternidade foram aplicados de forma a destruir a autoridade na Igreja.
Igualdade
Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Igreja como uma sociedade hierárquica, com alguns para governar e outros para obedecer. Naturalmente, isso não agrada à seita progressista que se infiltrou na Igreja Católica.
Consequentemente, como aponta o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em seu livro Em Defesa da Ação Católica, os progressistas colocaram em prática táticas que tendiam a nivelar o clero e os fiéis. Assim, aproveitaram-se da definição ambígua de Pio XII sobre a Ação Católica como “a participação dos leigos no apostolado hierárquico da Igreja.”
Isso foi interpretado como se os leigos inscritos na Ação Católica (AC) tivessem participação na missão e na tarefa da hierarquia. Eles não seriam mais meros súditos da Hierarquia, mas uma espécie de parte dela. (1)
Além disso, os progressistas difundiram que os outros grupos católicos do apostolado leigo – principalmente as Congregações Marianas – eram anacrônicos e obsoletos, em um plano secundário ao lado da Ação Católica, que ocupava uma posição superior devido às suas novas ideias.
Um erro daqueles que defendiam a participação da Ação Católica na Hierarquia era a noção de que mulheres e homens participavam igualmente do apostolado. Isso abriu as portas para o sacerdócio feminino – proibido pela vontade divina – ao incutir o pensamento revolucionário de que o Sacramento da Ordem também deveria ser estendido às mulheres.
Esse igualitarismo também afetou a missão de ensino da Igreja. Nos “círculos de estudo” da Ação Católica, a autoridade dos professores foi substituída por um ensino autogerido de tom igualitário e anarquista. Desigualdades sociais e econômicas eram debatidas nesses círculos, e a noção marxista de luta de classes era sutilmente inserida.
Essa hierarquia de valores invertida produziu outros resultados, como o questionamento das devoções a Nossa Senhora e aos Santos em nome de uma espiritualidade que deveria ser “teocêntrica, cristocêntrica e eclesiocêntrica” – substituindo uma espiritualidade “ultrapassada, individualista, egoísta e dominada por homens.”
As devoções pessoais também foram desvalorizadas – como a comunhão extra Missam [fora da missa], as visitas ao Santíssimo Sacramento, a oração do Rosário, entre outras. Tais práticas, afirmava-se, dariam prioridade indevida a uma vida interior “individualista e vertical.” Deveriam ser substituídas por uma oração “comunitária e horizontal” mais valiosa.
No “apostolado social,” as habilidades técnicas, a competência profissional e a formação cultural eram preferidas à fecundidade mística e sobrenatural da Igreja.
Antepunha-se a conversão dos “gentios,” isto é, hereges, ateus e pecadores públicos, em vez da perseverança e santificação dos fiéis.
As elites autênticas eram ignoradas em favor das massas vazias e despersonalizadas.
Esse movimento leigo viu a influência do clero diminuir, especialmente se este se esforçasse para romper ou impedir a circulação de tendências heréticas no meio da Ação Católica.
A subordinação dos indivíduos, famílias, instituições privadas e estatais ao Magistério infalível da Igreja foi desconsiderada. Em vez disso, a ação passou a se concentrar em ajustar, acomodar, reconciliar e adaptar-se ao mundo neopagão.
Através de um “redimensionamento cristológico,” houve uma mudança na noção de pastoral, liturgia, história, estudos bíblicos, filosofia e teologia. Além disso, os progressistas revolucionaram a moral, as leis, os costumes, as disciplinas e o vocabulário da Igreja.
Por fim, derrubaram a estrutura de autoridade da Igreja.
Fraternidade
A fraternidade revolucionária nega quase tudo que legitimamente separa, divide, distingue e isola os homens.
No caso da Ação Católica, isso ficou evidente na infeliz tática do "terreno comum,” que consistia em silenciar sobre questões em que havia divergências e ressaltar excessivamente pontos vagos de semelhança com os seguidores de outras crenças ou ateus com o objetivo de um "apostolado de conquista.”
Essa técnica de proselitismo, utilizando uma terminologia ambígua, não converteu outros, e muito menos edificou os melhores filhos e filhas da Igreja Católica. Ao contrário, pôs em risco a fidelidade dos católicos, expondo-os aos riscos fatais de um ecumenismo convergente e do interconfessionalismo.
Essa estratégia apostólica supunha erroneamente que seria simples e fácil converter aqueles que sustentavam graves erros doutrinários, sérios defeitos morais e más intenções.
Essa atitude permissiva em relação ao erro também se refletiu na ausência de prudência nos relacionamentos entre homens e mulheres de diferentes idades e condições sociais. Além disso, deu origem a concessões ilimitadas à onda frenética de novas modas e costumes da civilização do pecado.
Polêmicas, acusações e anátemas contra as heresias professadas pelos “irmãos separados” foram deixados de lado, sistematicamente substituídas por sorrisos afáveis, palavras amáveis e afirmações de algumas verdades brandas e diálogos consensuais.
Essa orientação ideológica, chamada de “construtiva,” também se tornou um componente essencial do “movimento bíblico.” Ela boicotava os numerosos textos das Escrituras considerados “polêmicos,” “violentos” e “punitivos.”
Da mesma forma, nada se dizia sobre a diferença entre a Igreja Católica e os incrédulos, que eram canonizados como “homens de boa vontade.”
Assim, as mentalidades seculares e pacifistas tornaram-se completamente incapazes de distinguir o certo do errado. O que emergiu foi uma nova geração caracterizada por uma indiferença petrificada ao bem e ao mal e acostumada ao hábito de servir a dois senhores (Lc 16,13). Dizia-se que uma pessoa só precisava fazer o bem e não combater ou apontar os males da época, especialmente se estes se materializassem em homens mundanos, incrédulos, impenitentes, heterodoxos ou idólatras.
“Sim” à construção e à conversão, mas “não” a qualquer severidade para com as almas perdidas no erro e no pecado. “Não” ao confronto com os inimigos da Igreja. “Não” a fazer distinções entre verdade e erro, beleza e feiura, sagrado e profano, virtude e pecado. As certezas metafísicas se perderam na mentalidade amplamente relativista de um membro da AC.
Uma nova era progressista
Essa concepção sentimental e romântica de liberdade-fraternidade-igualdade pregada pelo Progressismo e assimilada pela AC levou a uma convergência desastrosa entre partidários e opositores da Revolução Francesa e a uma relação insensata entre revolucionários e católicos.
A abertura de tal “nova era” é o resultado lógico da aceitação do lema da Revolução Francesa. Essa era deveria ser interconfessional, pacifista e disposta a convergir em tudo.
Todas as barreiras caem – religiosas, ideológicas, políticas, econômicas e raciais. Tudo leva a uma reconciliação harmoniosa e à fusão de religiões, povos, culturas, escolas de pensamento e riquezas. Todas as regras, normas e proibições são anuladas.
Essa ideologia coesa e forte de liberdade-igualdade-fraternidade explica os mitos da unificação de católicos e protestantes, flexibilizando doutrinas dogmáticas e morais para justificar a manipulação criminosa das leis genéticas. É a união do Cristo dos Apóstolos com o Alá de Maomé, a síntese dos regimes capitalista e comunista.
Sem mais discórdias, condenações, confrontos e lutas, e seguindo uma única direção ditatorial, este mundo neopagão conheceria a paz eterna e a abundância universal, finalmente realizando o antigo sonho anticristão dos utopistas revolucionários.
Concílio Vaticano II
A maior obra negativa da Seita Progressista na história foi o Concílio Vaticano II.
Sem dúvida, constituiu uma obra-prima do ponto de vista de insinuar a ideologia da Revolução Francesa por meio de um vocabulário ambíguo que transformou magicamente mentalidades.
Essa mesma tática foi usada pelos modernistas e denunciada por São Pio X: “Os modernistas empregam um artifício muito astuto, a saber, apresentar suas doutrinas não com ordem e organização sistemática em um todo único, mas dispersas e desconexas umas das outras, de modo a parecerem duvidosas e incertas, quando na realidade são firmes e inabaláveis.” (2)
Em outro documento, São Pio X aconselhou: “Devemos proteger os fiéis do mal e do erro, especialmente quando o mal e o erro são apresentados em linguagem atraente que, ocultando noções vagas e expressões ambíguas com palavras emotivas e pomposas, pode inflamar os corações dos homens com causas sedutoras – mas nefastas.” (3)
Na realidade, a trilogia de 1789 – liberdade, igualdade, fraternidade – marcou profundamente a Constituição Pastoral Gaudium et spes, que delineia uma nova abordagem da Igreja conciliar em relação ao mundo moderno nascido da Revolução Francesa.
Isso foi admitido com aprovação pelo Card. Joseph Ratzinger em 1985: “Ela [Gaudium et spes] desempenha o papel de um contra-Syllabus na medida em que representa uma tentativa de reconciliar oficialmente a Igreja com o mundo tal como se tornou depois de 1789.” (4)
É, de fato, o espírito geral do Concílio Vaticano II, confirmado por Henry Fesquet em 1985: “Este glorioso lema foi, em suma, o do Vaticano II, como Hans Küng (em 1971) sugeriu recentemente.” (5)
Esta visão geral fornece o pano de fundo filosófico da Seita Progressista e como ela influenciou o Vaticano II. Há ainda mais por vir.
“Dada a atualidade do tema deste artigo (21 de junho de 2013), TIA do Brasil resolveu republicá-lo - mesmo se alguns dados são antigos - para benefício de nossos leitores.”
Continua
Igualdade
Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Igreja como uma sociedade hierárquica, com alguns para governar e outros para obedecer. Naturalmente, isso não agrada à seita progressista que se infiltrou na Igreja Católica.
Consequentemente, como aponta o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em seu livro Em Defesa da Ação Católica, os progressistas colocaram em prática táticas que tendiam a nivelar o clero e os fiéis. Assim, aproveitaram-se da definição ambígua de Pio XII sobre a Ação Católica como “a participação dos leigos no apostolado hierárquico da Igreja.”
Isso foi interpretado como se os leigos inscritos na Ação Católica (AC) tivessem participação na missão e na tarefa da hierarquia. Eles não seriam mais meros súditos da Hierarquia, mas uma espécie de parte dela. (1)
Além disso, os progressistas difundiram que os outros grupos católicos do apostolado leigo – principalmente as Congregações Marianas – eram anacrônicos e obsoletos, em um plano secundário ao lado da Ação Católica, que ocupava uma posição superior devido às suas novas ideias.

Acima, ao centro, o Pe. Romano Guardini sem batina nos anos 50 para parecer um leigo; hoje, os leigos aparecem como sacerdotes, participando da Consagração, abaixo

Esse igualitarismo também afetou a missão de ensino da Igreja. Nos “círculos de estudo” da Ação Católica, a autoridade dos professores foi substituída por um ensino autogerido de tom igualitário e anarquista. Desigualdades sociais e econômicas eram debatidas nesses círculos, e a noção marxista de luta de classes era sutilmente inserida.
Essa hierarquia de valores invertida produziu outros resultados, como o questionamento das devoções a Nossa Senhora e aos Santos em nome de uma espiritualidade que deveria ser “teocêntrica, cristocêntrica e eclesiocêntrica” – substituindo uma espiritualidade “ultrapassada, individualista, egoísta e dominada por homens.”
As devoções pessoais também foram desvalorizadas – como a comunhão extra Missam [fora da missa], as visitas ao Santíssimo Sacramento, a oração do Rosário, entre outras. Tais práticas, afirmava-se, dariam prioridade indevida a uma vida interior “individualista e vertical.” Deveriam ser substituídas por uma oração “comunitária e horizontal” mais valiosa.
No “apostolado social,” as habilidades técnicas, a competência profissional e a formação cultural eram preferidas à fecundidade mística e sobrenatural da Igreja.
Antepunha-se a conversão dos “gentios,” isto é, hereges, ateus e pecadores públicos, em vez da perseverança e santificação dos fiéis.
As elites autênticas eram ignoradas em favor das massas vazias e despersonalizadas.
Esse movimento leigo viu a influência do clero diminuir, especialmente se este se esforçasse para romper ou impedir a circulação de tendências heréticas no meio da Ação Católica.
A subordinação dos indivíduos, famílias, instituições privadas e estatais ao Magistério infalível da Igreja foi desconsiderada. Em vez disso, a ação passou a se concentrar em ajustar, acomodar, reconciliar e adaptar-se ao mundo neopagão.
Através de um “redimensionamento cristológico,” houve uma mudança na noção de pastoral, liturgia, história, estudos bíblicos, filosofia e teologia. Além disso, os progressistas revolucionaram a moral, as leis, os costumes, as disciplinas e o vocabulário da Igreja.
Por fim, derrubaram a estrutura de autoridade da Igreja.
Fraternidade
A fraternidade revolucionária nega quase tudo que legitimamente separa, divide, distingue e isola os homens.
No caso da Ação Católica, isso ficou evidente na infeliz tática do "terreno comum,” que consistia em silenciar sobre questões em que havia divergências e ressaltar excessivamente pontos vagos de semelhança com os seguidores de outras crenças ou ateus com o objetivo de um "apostolado de conquista.”

Antes do Concílio, era raro ver católicos rezando com hereges, como Kennedy e Billy Graham, acima; agora, é uma prática comum na Igreja Conciliar, como, Francisco com Tawadros II, abaixo

Essa estratégia apostólica supunha erroneamente que seria simples e fácil converter aqueles que sustentavam graves erros doutrinários, sérios defeitos morais e más intenções.
Essa atitude permissiva em relação ao erro também se refletiu na ausência de prudência nos relacionamentos entre homens e mulheres de diferentes idades e condições sociais. Além disso, deu origem a concessões ilimitadas à onda frenética de novas modas e costumes da civilização do pecado.
Polêmicas, acusações e anátemas contra as heresias professadas pelos “irmãos separados” foram deixados de lado, sistematicamente substituídas por sorrisos afáveis, palavras amáveis e afirmações de algumas verdades brandas e diálogos consensuais.
Essa orientação ideológica, chamada de “construtiva,” também se tornou um componente essencial do “movimento bíblico.” Ela boicotava os numerosos textos das Escrituras considerados “polêmicos,” “violentos” e “punitivos.”
Da mesma forma, nada se dizia sobre a diferença entre a Igreja Católica e os incrédulos, que eram canonizados como “homens de boa vontade.”
Assim, as mentalidades seculares e pacifistas tornaram-se completamente incapazes de distinguir o certo do errado. O que emergiu foi uma nova geração caracterizada por uma indiferença petrificada ao bem e ao mal e acostumada ao hábito de servir a dois senhores (Lc 16,13). Dizia-se que uma pessoa só precisava fazer o bem e não combater ou apontar os males da época, especialmente se estes se materializassem em homens mundanos, incrédulos, impenitentes, heterodoxos ou idólatras.
“Sim” à construção e à conversão, mas “não” a qualquer severidade para com as almas perdidas no erro e no pecado. “Não” ao confronto com os inimigos da Igreja. “Não” a fazer distinções entre verdade e erro, beleza e feiura, sagrado e profano, virtude e pecado. As certezas metafísicas se perderam na mentalidade amplamente relativista de um membro da AC.
Uma nova era progressista
Essa concepção sentimental e romântica de liberdade-fraternidade-igualdade pregada pelo Progressismo e assimilada pela AC levou a uma convergência desastrosa entre partidários e opositores da Revolução Francesa e a uma relação insensata entre revolucionários e católicos.
A abertura de tal “nova era” é o resultado lógico da aceitação do lema da Revolução Francesa. Essa era deveria ser interconfessional, pacifista e disposta a convergir em tudo.
Todas as barreiras caem – religiosas, ideológicas, políticas, econômicas e raciais. Tudo leva a uma reconciliação harmoniosa e à fusão de religiões, povos, culturas, escolas de pensamento e riquezas. Todas as regras, normas e proibições são anuladas.

Mulheres fazem campanha para serem aceitas como sacerdotisas
Sem mais discórdias, condenações, confrontos e lutas, e seguindo uma única direção ditatorial, este mundo neopagão conheceria a paz eterna e a abundância universal, finalmente realizando o antigo sonho anticristão dos utopistas revolucionários.
Concílio Vaticano II
A maior obra negativa da Seita Progressista na história foi o Concílio Vaticano II.
Sem dúvida, constituiu uma obra-prima do ponto de vista de insinuar a ideologia da Revolução Francesa por meio de um vocabulário ambíguo que transformou magicamente mentalidades.
Essa mesma tática foi usada pelos modernistas e denunciada por São Pio X: “Os modernistas empregam um artifício muito astuto, a saber, apresentar suas doutrinas não com ordem e organização sistemática em um todo único, mas dispersas e desconexas umas das outras, de modo a parecerem duvidosas e incertas, quando na realidade são firmes e inabaláveis.” (2)
Em outro documento, São Pio X aconselhou: “Devemos proteger os fiéis do mal e do erro, especialmente quando o mal e o erro são apresentados em linguagem atraente que, ocultando noções vagas e expressões ambíguas com palavras emotivas e pomposas, pode inflamar os corações dos homens com causas sedutoras – mas nefastas.” (3)
Na realidade, a trilogia de 1789 – liberdade, igualdade, fraternidade – marcou profundamente a Constituição Pastoral Gaudium et spes, que delineia uma nova abordagem da Igreja conciliar em relação ao mundo moderno nascido da Revolução Francesa.
Isso foi admitido com aprovação pelo Card. Joseph Ratzinger em 1985: “Ela [Gaudium et spes] desempenha o papel de um contra-Syllabus na medida em que representa uma tentativa de reconciliar oficialmente a Igreja com o mundo tal como se tornou depois de 1789.” (4)
É, de fato, o espírito geral do Concílio Vaticano II, confirmado por Henry Fesquet em 1985: “Este glorioso lema foi, em suma, o do Vaticano II, como Hans Küng (em 1971) sugeriu recentemente.” (5)
Esta visão geral fornece o pano de fundo filosófico da Seita Progressista e como ela influenciou o Vaticano II. Há ainda mais por vir.
- Plinio Corrêa de Oliveira, Em Defesa da Ação Católica online, p. XIII
- Encíclica Pascendi Dominici Gregis, 8 de setembro de 1907
- Carta Apostólica Notre Charge Apostolique, 15 de agosto de 1910
- Apud Átila Sinke Guimarães, Nas águas turvas do Vaticano II, Coleção Eli, Eli, Lamma Sabachtani?, Volume I, Scor Editora Tecci, 1999, p. 261; In the Murky Waters of Vatican II, TIA, 2ª ed., pp. 255-256, nn. 57e.
- Nas águas turvas do Vaticano II, p. 83, n. 13a
“Dada a atualidade do tema deste artigo (21 de junho de 2013), TIA do Brasil resolveu republicá-lo - mesmo se alguns dados são antigos - para benefício de nossos leitores.”
Continua
Postado em 30 de março de 2026
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